POR QUE OS CRÍTICOS DIZEM QUE PAULO FREIRE É DOUTRINADOR?

POR RODRIGO RATIER
DE NOVA ESCOLA.

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Paulo Freire completaria 96 anos em 2017

Quando algum curioso me pede indicação de algum livro sobre Educação, trago a resposta na ponta da língua: Pedagogia da Autonomia, a última obra lançada em vida por Paulo Freire, em 1996. Foi o livro que me mostrou que a Educação podia ser algo diferente. Para ser mais preciso: podia ser algo incrível.

O ano era 1999 e eu tinha começado a dar aulas num cursinho comunitário que ajudei a fundar. Primeira experiência em sala, eu falava mais que a boca – hoje me pergunto o que tanto dizia – e puxava lousa numa sala enfileirada. Ensinava como tinha aprendido, e com Freire aprendi que isso tinha um nome: Educação bancária, em que a gente se ilude achando que pode “depositar” o saber na cabeça dos alunos…

Pedagogia da Autonomia apresentava uma outra Educação. Em lugar do ensino transmissivo, o aprendizado construído pelos educandos com auxílio do professor.

Freire me mostrou que a Educação podia ser mais potente. Me aproximei dos alunos, mudei minha prática — e algumas coisas deram tão certo que me apaixonei pela docência a ponto de largar o jornalismo por um breve período só para dar aulas. Depois me reconciliei com a comunicação e há quase duas décadas levo junto as duas profissões.

Freire, o culpado pelos males do mundo

Divago, mas por uma razão. Toda vez que publicamos qualquer coisa sobre Paulo Freire há elogios, mas também aparece um bom punhado de comentários enfurecidos. Com esses últimos me espanto. Atribuem a Freire a culpa por tudo. Dizem – e aqui cito literalmente o que leio – que ele é o grande responsável pela má qualidade da Educação brasileira. Justo o Freire, nosso intelectual mais reconhecido no mundo…

Volto à Pedagogia da Autonomia e tento descobrir indícios dessa “culpa”. Não a encontro – e penso: um julgamento tão disparatado em relação a tudo que ele fez e escreveu só é possível em tempos estranhos como o que vivemos. Tempos em que a perigosa mistura de ignorância com sede de justiçamento guia o debate.

Talvez o aniversário de 96 anos de nascimento do patrono da Educação brasileira seja uma boa ocasião para vermos se param de pé os argumentos condenatórios. As acusações mais frequentes: Freire teria desmoralizado a profissão docente; seria o responsável pela perda de autoridade do professor; era doutrinador; e estava preocupado em criar um exército de militantes.

Por partes.

A defesa do professor como um profissional

A alegação de que ele teria destruído a autoridade do professor é, para mim, talvez a mais difícil de entender. Freire nunca disse que professores e alunos são iguais. Aliás, em Pedagogia da Esperança, ele afirma justamente o contrário:

“Os professores não são iguais aos alunos”.

A principal diferença, ele diz, é o conhecimento didático do educador. Ele precisa saber o que ensinar, como ensinar e ensinar a pensar. São essas – novamente suas palavras – as especificidades da tarefa de educar. É um equívoco dizer que Freire defende que o professor seja um militante (volto no final do texto). Ele defende que o professor seja… um professor!

Freire afirma que o educador deve ser um intelectual, pesquisando sobre seu ofício e, principalmente, refletindo sobre sua prática para melhorá-la. A atividade de ensinar é algo sério e que deve ser tratado com todo o rigor, como ele diz em Pedagogia da Autonomia:

“O professor que não leve a sério sua formação, que não estude, que não se esforce para estar à altura de sua tarefa, não tem força moral para coordenar as atividades de sua classe.”

A autoridade não vem do medo, mas do conhecimento

Para Freire, o investimento do professor em aprimorar seu conhecimento é central. Além de ser a razão da profissão, é do conhecimento que emana seu respeito e autoridade. Freire combate o medo e a ameaça como estratégias docentes. Isso é autoritarismo, o sufocamento do pensar do educando.

Para ele, deve-se buscar o diálogo como forma de construir conhecimento, respeitando o “saber de experiências feito” – ou seja, os conhecimentos que qualquer pessoa traz para a sala de aula. Isso não significa envergar a vara para o polo oposto e instaurar um clima de “liberou geral”. Freire é claro ao dizer que tanto autoritarismo (exagero de autoridade) quanto a licenciosidade (ausência de regras) são rupturas do equilíbrio entre autoridade e liberdade. A disciplina, ele diz, só surge quando ambas estão presentes. É o que o professor deve buscar:

“Resultando da harmonia ou do equilíbrio entre autoridade e liberdade, a disciplina implica necessariamente no respeito de uma pela outra, expresso na assunção de que ambas fazem parte de limites que não podem ser transgredidos.”

Nesse sentido, erram tanto os professores que esmagam os alunos quanto os que não estabelecem normas:

“O professor que desrespeita a curiosidade do educando, (…) que ironiza o aluno, que o minimiza, que manda que ‘ele se ponha em seu lugar’ ao mais tênue sinal de sua rebeldia legítima, tanto quanto o professor que se exime do cumprimento de seu dever de propor limites à liberdade do aluno, que se furta ao dever de ensinar, (…) transgride os princípios fundamentalmente éticos de nossa existência.”

Em vez de doutrinação, curiosidade e questionamento constante

“Doutrinador” é o oposto do que Freire sempre foi. Pedagogia da Autonomia expressa com clareza a importância que ele confere à curiosidade e ao questionamento. São os motores da Educação. É por meio deles que os educandos constroem conhecimento. Aliás, é pondo em xeque o que sabemos que todos nós aprendemos. Inclusive o próprio Freire, que se definia como um “ser inacabado”, condicionado histórica e socialmente, capaz de mudar justamente por reconhecer esse condicionamento:

“Gosto de ser gente porque, inacabado, sei que sou um ser condicionado, mas, consciente do inacabamento, sei que posso ir mais além dele.”  

Freire defende a mudança. Para que ela ocorra, ele diz, é necessário, inicialmente, estar aberto a pontos de vista opostos. E a constantemente criticar – palavra sempre usada por Freire no sentido de questionar – diferentes opiniões. Especialmente a sua própria:

“Uma das condições necessárias a pensar certo é não estarmos demasiadamente certo de nossas certezas.”

Situar a militância no contexto histórico

Por fim, a questão da militância, e de sua preocupação em formar – aspas necessárias – “exércitos de seguidores”. O que está em jogo, aqui, é a acusação de Freire ter defendido governos comunistas e de pregar a favor da revolução.

Não se trata, nem de longe, do cerne de sua obra. Esta baseia-se como dissemos, no diálogo como teoria e prática da Educação, em que a função do professor – vale repetir – é saber o que ensinar, como ensinar e ensinar a pensar. Freire não pratica nem defende o proselitismo. Desconsidera-se, também, o contexto em que muitas dessas colocações foram feitas – nas décadas de 1960 e 1970, durante o auge da Guerra Fria, com Freire exilado pela ditadura militar brasileira. Ainda, congela no tempo o que ele escreveu, como se fosse sua opinião definitiva e escrita em pedra, e não a de um ser inacabado, em constante autocrítica.

Penso que a chave de leitura sobretudo dos escritos mais antigos de Freire precisa considerar os aspectos acima. E também aplicar a metodologia freireana do diálogo, exercitando o pensamento crítico e a empatia com alguém que, afinal de contas, é de carne e osso. Freire não é um oráculo. Não é Deus.

Exercitando o pensamento crítico que ele tanto estimulou, posso não concordar – e não concordo – com essas opiniões específicas. Mas posso compreender as razões que levaram Freire a defender, num determinado momento histórico, regimes que cedo ou tarde se tornaram ditaduras. O fato é que ele sempre se posicionou, fez escolhas – e, em alguns casos, pagou o preço por elas.

Nunca teve medo de enunciá-las. Leu Marx, trabalhou com o conceito de classe, mas não se limitou a ele: definia-se como um progressista, encarava a realidade como injusta e lutava para fosse outra. Como tantas vezes repetiu, não enxergava a Educação como coisa neutra. A que ele propunha, evidentemente, também não era. Entre enquadrar os alunos ou ajudá-los a serem autônomos, ele opta pela emancipação. Entre a Educação que reproduz desigualdades e a que as transforma, ele opta pela transformação. Utopicamente, Freire defende uma transformação radical. Numa palavra, revolucionária – é nesse sentido, que não tem a ver com tomada violenta do poder, que ele emprega o termo em Pedagogia da Autonomia.

Você pode concordar ou discordar. Para mim, os pontos centrais das ideias de Freire fazem muito sentido. Seguem atuais e me ajudaram em minha atuação como professor. São um sopro de esperança nessa época dura em que vivemos. Você pode pensar diferente. Acho que ele, como homem do diálogo, o chamaria para uma conversa. Como a ocorrida com o pesquisador americano Chester Bowers, em 1987, que ele relata em Pedagogia da Esperança:

“Discordamos quase totalmente durante uma hora e meia sem que, porém, precisássemos nos ofender, nos destratar. Simplesmente defendíamos nossas posições que se contradiziam, mas não tínhamos por que distorcer um ao pensamento do outro.”

 

ORIGINAL: https://novaescola.org.br/conteudo/6774/por-que-os-criticos-dizem-que-paulo-freire-e-doutrinador

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POR QUE ÀS VEZES DAMOS UM TREMELIQUE AO URINAR?

POR SUPERINTERESSANTE

SUPERITERESSANTE

Essa me acompanha a cada ida ao banheiro: por que às vezes damos um tremelique ao urinar?

 – Júnior Ramos, Mirabela, MG

Uuuui, adrenalina pura, Juninho.

Quando você, humano, urina, o sistema nervoso parassimpático contrai a bexiga. No mesmo instante, o sistema nervoso simpático é inibido para que o canal urinário relaxe e libere o xixi.

Encerrado o serviço, o parassimpático dá uma brecha para que o simpático entre em ação. Ele bloqueia a saída da urina com uma descarga de hormônios – adrenalina inclusa – que causa o siricutico.

Fonte: Fernando Almeida, urologista do Hospital Sírio Libanês.

 

ORIGINAL: https://super.abril.com.br/blog/oraculo/por-que-as-vezes-damos-um-tremelique-ao-urinar/

PRA MIM PARECE ÓBVIO

POR FÁBIO CHAP

​”O quê queremos? 

Reduzir a violência no país. Frear a monstruosidade dos crimes que devastam o Brasil.
Como vamos fazer isso?

“Alimentando o lado monstruoso dos criminosos. Amontoando pessoas até elas não conseguirem respirar. Tratando gente feito bicho, que é pra quando eles saírem da cadeia morderem com ainda mais violência.”

 Sei lá, não é uma questão de lógica que as coisas têm que ser diferentes do comentário dessa mina? 

“- Ah, Chap, mas e as vítimas dessas pessoas?”

Bom, elas não vão voltar porque você vai tratar preso igual bicho. Pelo contrário, o cara quando sair da cadeia não vai conseguir um trampo, nem uma vida normal e vai voltar a roubar. E vai te roubar/matar com ainda mais violência.
 Pra mim parece óbvio que alimentar o monstro dos criminosos faz esse monstro ficar ainda maior. Não consigo entender porque isso não é óbvio pra outras pessoas. 

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Olá leitores do Contador!

Em tempos de ritmo mais lento da economia, a estabilidade da carreira pública torna-se um dos principais atrativos dos concursos públicos e o que motiva milhares de concurseiros a persistirem nos estudos. Por outro lado, o comodismo de alguns servidores pode incomodar, assim como a natureza pouco criativa de algumas tarefas.

No campo do serviço público, a estabilidade no cargo é o principal atrativo e fator decisivo para milhões de brasileiros que se candidatam a milhares de vagas nas instituições públicas em todo o território nacional. O trabalhador contratado por concurso só pode ser demitido se cometer infrações graves, como roubo. Outro ponto positivo é a média salarial inicial superior se comparada ao setor privado, ou seja, o início de carreira em serviços públicos é mais atrativo para quem busca uma remuneração elevada logo de início.

Quem deseja seguir uma carreira dentro do serviço público brasileiro deve ficar atento aos concursos públicos. São provas discursivas ou objetivas, que avaliam a aptidão dos candidatos e selecionam aqueles que passarão para as fases seguintes do concurso ou mesmo aqueles que garantirão as vagas oferecidas. É um tipo de vestibular, ou seja, os melhores classificados na prova são também aqueles aprovados e que ficam com as vagas.

A obrigatoriedade dos concursos trouxe para a administração pública a possibilidade de selecionar pessoas qualificadas e com os conhecimentos necessários ao exercício da futura atividade.

Para ajudar os estudantes de plantão, o site Rede de Cursos oferece diariamente informações de qualidade sobre concursos públicos e cursos profissionalizantes.

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Bos estudos!

Fonte: Canal do Ensino

 

CÂMARA ITINERANTE VIRA PROVA DE FOGO E LEVANTA DEBATES

Câmara Itinerante se transforma em prova de fogo para o governo municipal.  A primeira sessão aconteceu em Antônio Conselheiro e choveram reclamações.

POR RICARDO ANDRÉ
SÃO MIGUEL DO GOSTOSO/RN

A última sessão da Câmara dos Vereadores aconteceu na segunda-feira (25/09), fugiu do padrão e foi até o assentamento Antônio Conselheiro para ser realizada, foi mais uma edição da denominada Câmara Itinerante. O projeto reúne ações conjuntas do  poder legislativo e executivo para atender demandas diretamente  nas comunidades rurais. 

Esta dinâmica de conduzir a Câmara para outros lugares surgiu na gestão da ex-vereadora Francisca Pinheiro e foi executado durante o ano de 2013 – e deu muita dor de cabeça à prefeita Fafá (PMDB) – apesar de ser um excelente projeto na sua essência, expõe diretamente o Poder Executivo às comunidades que geralmente são as menos atendidas por seus serviços.

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A população compareceu (Foto: Divulgação)

Esse “ponto fraco”  foi exposto na reunião do dia 25.  Após 8 meses de governo, sem grandes ações nas comunidades rurais, com uma crise financeira causada pela considerada má administração dos primeiros meses de mandato, e atraso no pagamento de fornecedores e funcionários, os secretários, vereadores e aliados do Prefeito Renato de Doquinha (PSD) tiveram que suportar o bombardeio de reclamações que veio da população que compareceu a sessão.

A situação da E. M. Profº Paulo Freire foi que chamou mais atenção pelo relato da falta de estrutura de água encanada, irregularidade na merenda e a falta de materiais básicos, seguida da já comum falta de transporte escolar. Outra reclamação que não sai da pauta de discussão das comunidades é a falta de transporte de urgência da saúde, que apesar de ser suspenso na reta final do mandato da ex-prefeita continuou sem execução nesse ano.

O fato é que esses acontecimentos surtem efeito rápido e justamente no último sábado (30) a água encanada foi estabelecida para a escola. Veja mais do que rolou na sessão:

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Os vereadores da oposição apresentaram seis requerimentos de melhoria à comunidade do Antônio Conselheiro e comunidades vizinhas, enquanto os vereadores da bancada do prefeito apenas um – dando sustentação ao discurso do prefeito e secretários de que está tudo bem.

Ponto Positivo

Um ponto positivo da pauta desse dia tenso foi a aprovação do Projeto Parlamento Jovem, que ainda não teve detalhes divulgados pela assessoria da Câmara de Vereadores. Mas promete mobilizar mais as comunidades para as discussões políticas.

Contradição

Embora o Secretário de Educação e Cultura, o Sr. Nivaldo Batista, tenha sido contundente nas suas afirmações de que a escola da comunidade de Antônio Conselheiro estaria com seu funcionamento normal quanto a merenda, transporte e materiais didáticos, os cidadãos inscritos para sessão não pouparam críticas contradizendo a versão do Secretário. Inclusive a própria diretora, Maria dos Anjos, desmentiu as afirmações de Nivaldo.

Coisa de comício

Evento popular tem dessas coisas. Populares próximos a bancada dos vereadores gritavam e opinavam a favor e contra o governo, quebrando o sossego da sessão. Além disso acusações, provocações e flashbacks das últimas eleições povoaram essa emocionante Sessão da Câmara. 

Frases como “Tá lindo, tá lindinho” e “O vermelho acabou”, marca da campanha dos duas chapas, foram lembradas.

Prefeito sob pressão

Cansada de dar explicações sobre a ausência do prefeito após a sua convocação pela câmara de vereadores a presidente da Câmara Maria Clézia (PSD) decidiu trancar a pauta. Simplesmente não serão mais votados projetos do poder executivo até que o prefeito compareça a uma sessão ordinária para prestar os esclarecimentos solicitados pelos vereadores.

PREFEITURA DE GOSTOSO ANUNCIA SEMANA DO BEBÊ E ESPECIAL DO DIA DAS CRIANÇAS

Nas redes sociais os dois eventos vão mobilizar setores da educação e saúde durante os próximos dias.

POR AILTON RODRIGUES
NATAL/RN

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Nesta terça-feira (03) foi anunciado nas redes sociais por meio da secretária de turismo e comunicação, Janielle Linhares, a programação da Semana do Bebê e o especial do Dia das Crianças que a prefeitura pretende realizar em São Miguel do Gostoso.

O primeiro destes eventos, acontecerá dos dias 04 à 06 de outubro e promete mobilizar a Secretaria Municipal de Saúde na realização de palestras e alguns eventos em prol das crianças de 0 a 6 anos de idade.

Veja a programação:

04/10 (quarta-feira)

  • Shantala e Aromaterapia – Morros dos Martins/Paulos e Canto da Ilha I e II.
  • Shantala e Aromaterapia – Novo Horizonte e Cruzamento.
  • Palestra sobre vacinação – São Miguel do Gostoso (sede).
  • Palestra sobre aleitamento materno – São Miguel do Gostoso (IASNIN).

05/10 (quinta-feira)

  • Palestra sobre aleitamento materno – Antônio Conselheiro.
  • Palestra sobre aleitamento materno – Arizona e Paraíso.
  • Palestra sobre cuidados com o recém-nascido – Bairro do Maceió.
  • Shantala e Aromaterapia – IASNIN.

06/10 (sexta-feira)

  • Palestra sobre vacinação – Baixinha e Boa Esperança.
  • Palestra sobre vacinação – Novo Horizonte e Cruzamento.
  • Banho de imersão – IASNIN.

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Já para o dia da criança, não foi divulgado muitos detalhes, mas de acordo com a publicação ele acontecerá no dia 11 de outubro na Praia da Xêpa a partir das 16h. Não foi anunciada nenhuma atração, mas haverá distribuição de brindes e apresentações culturais.

Nós continuamos de olho.

RANKING ESTADUAL DA FNK É DIVULGADO E AGOKS APONTA EM SEGUNDO LUGAR

Após Open Gostosense de Karatê entidade divulgou ranking atualizado das agremiações com a AGOKS bem posicionada.

POR AILTON RODRIGUES
SÃO MIGUEL DO GOSTOSO/RN

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Na última quinta-feira (28) a Federação Norte Riograndense de Karatê (FNK) divulgou o ranking das agremiações após a 2ª etapa do estadual do esporte que aconteceu em São Miguel do Gostoso no início de setembro.

A Associação Gostosense de Karatê Shotokan (AGOKS) está em segundo lugar no ranking com 256 pontos, 16 a mais que a terceira colocada, AGAPTO de Tangará. Quem está na primeira posição é a Associação TKK de Parnamirim com 305 pontos. A atualização do ranking conta com a somatória da pontuação das duas etapas do estadual (Mossoró e São Miguel do Gostoso), além do Open Cidade do Sol (Natal).

Confira o ranking completo:

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MUITA DEMORA

Apesar da divulgação do ranking das agremiações pela FNK, o detalhe é que a pontuação dos atletas ainda demora para ser atualizada, sem falar no quadro de medalhas das etapas estaduais.

Entramos em contato com a FNK solicitando o quadro de medalhas do Open Gostosense, mas até o momento não tivemos o retorno destes dados. A única informação que podemos tirar com o que foi divulgado no ranking é que o primeiro lugar geral em pontuações ficou com a AGAPTO de Tangará enquanto a AGOKS ficou em segundo.

Pedimos desculpas para você, caro leitor, pela falta de informações oficiais quanto ao evento, mas também deixamos aqui nossa chateação pela falta de agilidade e prestação de contas da entidade máxima do karatê potiguar.

Nós continuamos de olho.

O canal onde os escritores de São Miguel do Gostoso tem vez e voz.