ABISON MATHEUS É O ÚLTIMO GOSTOSENSE A CARIMBAR VAGA PARA FINAL DO BRASILEIRÃO DE KARATÊ

Com as medalhas conquistadas na etapa de Manaus do Brasileiro, Abison Matheus carimba vaga e fecha o time gostosense que irá à Salvador em outubro.

POR AILTON RODRIGUES
SÃO MIGUEL DO GOSTOSO/RN

O time está fechado! Com Abison Matheus oito atletas gostosenses estão confirmados para representar o município e o Rio Grande do Norte na final do Brasileirão de Karatê que acontece em outubro em Salvador.

Com uma atuação ruim na etapa de Caruaru, Abison não havia conseguido vagas para a final baiana em nenhuma das provas que havia disputado, com isso ele decidiu se esforçar para chegar em Manaus e espantar os fantasmas que haviam ficado pelo caminho.

Ele disputou quatro categorias em Manaus: kata na seletiva nacional e pelo Brasileirão kata e kumite nas especialidades individual e equipe. Apesar de não conseguir se classificar em nenhuma prova do kata, ele trouxe uma medalha de bronze no kumite individual e ouro no kumite em equipe.

Werika Nunes, Wanderson Silva e Abison Matheus (esquerda para direita

Aos 20 anos, Abison declarou ao Contador que pretende ir ao Open da Paraíba e somar mais pontos para o ranking nacional, além disso nas redes sociais ele agradeceu a todos que ajudaram a conquistar a vaga.

“Essa competição foi muito importante para mim. Foi minha segunda competição no ano onde tive boa atuação”, disse Abison.

A lista dos classificados gostosenses para a final do Brasileirão é a seguinte:

  • Abison Matheus
  • Larissa Rodrigues
  • Valeska Rodrigues
  • Sara França
  • Mel França
  • Savinho Mariano
  • Cristiano Nunes
  • Pedro Henrique

Observação: os atletas Wanderson Silva e Werika Nunes estão classificados e coligados à Associação Gostosense de Karatê (AGOKS), porém representam os municípios de Touros e Natal respectivamente.

Nós continuamos de olho nos karatecas gostosenses. Até qualquer hora!

 

GOSTOSO RECEBE TREINO COM ATLETAS DA SELEÇÃO ESTADUAL DE KARATÊ

Com atletas da seleção estadual presentes, karatecas gostosenses treinam em evento aberto ao público neste fim de semana.

POR AILTON RODRIGUES
SÃO MIGUEL DO GOSTOSO/RN

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Treino da seleção brasileira de karatê em Gostoso

Neste fim de semana (21 a 23 de julho) o Ginásio Carlitão em São Miguel do Gostoso virou a casa do karatê potiguar, tudo graças a um treino da seleção estadual de karatê que teve como sede o município e de quebra ainda foi aberto ao público.

São Miguel do Gostoso ganhou moral e entrou com o status de um dos pólos de treinos da seleção neste ano, junto com outros municípios como Martins, Natal e Mossoró. Além dos classificados gostosenses para a etapa final do Brasileirão de Karatê, que acontece no mês de outubro em Salvador, atletas de outros municípios também estiveram presentes no evento.

O coordenador técnico da Federação Norte Riograndense de karatê (FNK), Emanoel Santana é o grande orientador dos treinos, junto com ele outros membros da federação estão na cidade. Além disso, atletas de renome e figuras carimbadas na seleção estadual como o medalhista Sul Americano e da Liga Mundial, Luiz Victor de Natal, e Tiago Oliveira de Mossoró também estão treinando.

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Mais de 20 atletas participaram do treino neste sábado (22).

De acordo com o vice-presidente da FNK e presidente da AGOKS, Cristiano Nunes, o treinamento da seleção estadual em São Miguel do Gostoso contribui na evolução técnica dos atletas gostosenses que estão nas vésperas de dois grandes eventos (Open da Paraíba e Open Gostosense de Karatê) antes da final do Brasileirão.

SOBRE O OPEN GOSTOSENSE DE KARATÊ

Com data definida em 9 de setembro, a terceira edição do Open Gostosense de Karatê promete ser uma das mais disputadas de todos os tempos, já que o evento valerá como uma das etapas estaduais e consequentemente com pontos para o ranking do RN. Nas outras edições o grande público e o crescimento da presença de atletas foram as marcas registradas.

Óbvio que a casa do Open Gostosense de Karatê será no Contador de Causos! Estaremos com nosso time em quadra para trazer todas as emoções para você!

Nós vamos continuar de olho nos nossos atletas! Até qualquer hora!

O CONTADOR LEU: A HARMONIA DO MUNDO, de Marcelo Gleiser

por AÍRIS VITAL

Li meu primeiro livro cientifico, legal né?! O mais interessante é que sempre tive uma paixão fanática por constelações e a imensidão do céu em toda sua extensão, inspirado pelo Grande Criador. A edição deste livro trouxe-me muita dificuldade na leitura, por possuir diálogos em meio a aspas e não travessões, ou seja, o narrador descreve tudo até mesmo os diálogos recorrentes. Mesmo assim é indescritível, tele transportar para obra de Gleiser, que despertou e ensinou a buscar esse tipo de literatura.

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O grande desafio do protagonista deste livro é ter vivido em uma época onde não havia distinção entre astronomia (ciência que trata do universo sideral e dos corpos celestes) e astrologia (doutrina, estudo, cujo objetivo é decifrar a influência dos astros no curso dos acontecimentos terrestres e na vida das pessoas). Ele inventou uma versão melhorada do telescópio refrator (telescópio de Kepler) e ajudou legitimar as descobertas telescópicas de seu contemporâneo Galileu Galilei. E outras obras literárias que forneceram bases para teoria da gravitação universal de Isaac Newton.

Kepler é um estudante pobre de teologia e matemática, que ganha respeito pelo seu trabalho e reconhece todo o seu sucesso ao mentor, pela qual guarda muita gratidão. Sua história é retratada através de pesquisa de documentos e manuscritos originais, do seu mestre Machael Maestlin que apesar de manterem mutualmente uma relação de admiração e gratidão, passa a ser atormentado pelas lembranças do pupilo que o superou, em conhecimento cientifico e coragem pessoal.

A narrativa do livro é contextualizada a partir dos dias de Mastlin que se tornaram cinza e sem propósito, com dificuldades até de manter um diálogo com seu único filho (Ludwig), que sempre se finaliza em discursão. Mesmo este sendo um nomeado médico, sente-se rejeitado, mantém ciúmes e ressentimento do pai desde a infância, devido o pupilo Kepler. Que mesmo estando ausente, sempre sentiu que tomava o (seu) lugar no coração do pai.

Ludwig tem um filho chamado Christian, o único que se importa com os interesses profissionais do avô e desta forma começa a se aproximar dele ao atender o seu pedido para lê o diário com anotações das descobertas da vida Kepler. Este é entregue pelo filho de Kepler, e seu aprendizado sobre a astronomia e a trajetória sentimental e profissional do avô, só evolui.

Um romance transcrito através de grandes descobertas cientificas e de enorme sacrifício e tragédia pessoal, descreve um retrato humano da relação de mestre e aluno caracterizada a um só tempo pela disputa e pelo orgulho ferido, como diz a própria descrição do livro. E assim, termino com a oração do grande protagonista Kepler:

“Que a unidade revelada nestas páginas, expressão da perfeição divina, ilumine o espirito enfraquecido dos homens, alimentando o amor ao próximo e restaurando a paz entre todos os credos. Que a harmonia que rege o mundo conforte nossos corações e desperte os homens para uma nova era, baseada na liberdade e no respeito a vida.”

O contador, Indica! Boa Leitura.

😉

 

Livro: A Harmonia do Mundo Editora: Companhia das Letras, SCHWARCZ  LTDA Ano de Publicação: 2006 Edição: 1ª Edição ISBN: 85-359-0889-7 Páginas: 327.

 

PERDEMOS MAIS UM ROCK STAR PARA O SUICÍDIO

POR FÁBIO CHAP

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Hoje perdemos mais um rock star para o suicídio. Chester, o vocalista do excelente – e importante – Linkin Park foi encontrado morto. Enforcado. Suicidou.

Esse suicídio ocorreu 2 meses depois do suicídio de outro rock star: Chris Cornell, do Audioslave/Soundgarden. Chester se matou no aniversário de Chris; um de seus melhores amigos.

Isso tudo me provoca profunda reflexão. Eu, Fábio, tive bandas de heavy metal a minha adolescência inteira. Ouço heavy metal até hoje. O rock n’ roll moldou e mudou por completo a minha vida. Eu, inclusive, nasci no Dia Mundial do Rock; 13 de Julho.

Eu compunha letras, eu tocava baixo, eu inclusive berrava (cantava) de vez em quando.

Mas só há alguns dias me liguei numa coisa: é preciso que a gente tenha consciência de qual mensagem o rock n’ roll e o heavy metal querem passar ao mundo. E, por isso, qual mensagem o rock n’ roll e o heavy metal passam aos seus próprios profissionais e praticantes.

Muito cedo eu fui atraído pelo tipo mais extremo de heavy metal: o death metal. E o death metal pode ser tão extremo quanto o nome sugere. As letras muitas vezes são sobre mutilações, cadáveres, mortes das mais violentas imagináveis; não é mesmo, Cannibal Corpse?

E não estou sugerindo que os músicos dessas bandas são pessoas desorientadas na vida ou mesmo praticantes daquilo que escrevem em suas letras. O ponto aqui é: carreiras são formadas acerca de uma temática muito, muito pesada. Vidas são permeadas no entorno de energias muito densas. E é preciso que os músicos fiquem atentos com a mensagem que vão deixar para o mundo. Com a energia que emanam em seus shows, discos e etc.

Não é novidade pra ninguém que o rock está se tornando, cada vez mais, uma música de nicho. Um estilo de música que agrada apenas pessoas de 25 anos pra cima – e olhe lá. Simplesmente não vejo adolescentes formando bandas de rock n’ roll e heavy metal. A mulecada está em outra.

A mensagem do rock n’ roll está datada, se não datada, extremamente repetitiva. Quando não datada e repetitiva, a mensagem pode ser perigosa.

Sim, sexo, drogas e rock n’ roll podem ser maravilhosos. Desde 15 anos vivi esse lema. Mas, agora, com 30 anos, eu me pergunto: O rock n’ roll sustenta o que prega? O rock n’ roll aguenta o tranco da mensagem que joga no mundo? Minha resposta é: NÃO.

Perdemos Janis Joplin.
Perdemos Jimi Hendrix.
Perdemos Jim Morrison (The Doors).
Perdemos Elvis Presley.
Perdemos Sid Vicious (Sex Pistols).
Perdemos Bon Scott. (AC/DC)
Perdemos John Boham (Led Zeppelin).
Perdemos Kurt Cobain.
Perdemos Freddie Mercury.
Perdemos Raul Seixas.
Perdemos Cazuza.
Perdemos Renato Russo.
Perdemos Lane Stanley (Alice in Chains).
Perdemos Dee Dee Ramone (Ramones).
Perdemos Ammy Winehouse.
Perdemos Chorão.
Perdemos Champignon.
Perdemos Peu (Pitty).
Perdemos Chris Cornell (Soundgarden/Audioslave).
Perdemos Chester Benington (Linkin Park).

Dessa lista, todos morreram vitimados pelo ‘sexo, drogas & rock n’ roll’. Overdoses, suicídios e alguns casos de Aids. Claro, morrer com Aids nos anos 80 era menos fruto de irresponsabilidade e muito mais de fatalidade; mas é inegável dizer que o lifestyle do rock cobrou seu preço. Que liberdade sem responsabilidade cobra seu preço.

Muitos desses músicos deixaram filhos. Muitos arrasaram famílias quando partiram. Muitos desses músicos foram ídolos de multidões. Verdadeiras multidões.

Não, eu não parei de ouvir rock n’ roll e heavy metal. Ouço todo dia. O ponto é: agora com consciência plena da mensagem que ali se encontra. Se um dia o metal me pegou desprevenido e me levou de carona por aí sem eu me tocar, hoje não mais. Hoje eu digo que um filtro é necessário. Que cuidar da saúde mental é a coisa mais importante que um músico pode fazer por si, por seus filhos, por seus fãs. Que estar atento à mensagem que vai deixar pro planeta é a coisa mais importante que um rock star pode fazer.

O tempo da molecagem precisa acabar. Já têm sido mortes demais; famílias demais; fãs demais deixados pra trás.

Talvez eu ouça guitarras distorcidas e baterias a 200 BPM até o último dia da minha vida; o timbre está no meu sangue, na minha alma mesmo, mas cada dia mais me convenço que herói de verdade não morre de overdose. Herói de verdade cuida da família, da saúde mental, da mensagem que deixa pro mundo.

Em homenagem aos que partiram, devemos fazer mais que shows em tributo; talvez a construção de clínicas de saúde mental em seus nomes seria o melhor tipo de homenagem a ser feita. A homenagem mais responsável a ser feita.

Tenho certeza que antes de colocarem uma corda em seus pescoços, esses músicos deram gritos que ninguém conseguiu ouvir. Daí, sufocados de silêncio e dor, optaram pelo fim.

A vida adulta é mais que liberdade; quando acaba a adolescência a gente aprende, na marra, o peso da responsabilidade. Se o rock n’ roll aprender essa lição, ele volta a mudar e salvar vidas ao invés de apenas perdê-las dia após dia.

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NESSE MUNDO NINGUÉM PODE SER BOM

POR FÁBIO CHAP

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Nesse mundo ninguém pode ser bom. Sempre vão arrumar alguém ‘mais bom’ que a primeira pessoa chamada de boa. Por fim, esse é o planeta das comparações. Seja comparar quem sofre mais, quem ganha mais, quem pode mais. Ou quem sofre menos, ganha menos, pode menos.

Você é um rico, branco e progressista? Você não é bom. No máximo tá fazendo a sua obrigação. Boa mesmo é a Joana que lava roupa de patrão e aguenta as cachaças e machismos do marido há 30 anos. Ela sim é heroína.

Você é mulher, preta e pobre? Você não é boa. Não é boa apenas por conseguir combater o assédio, as humilhações, as frustrações. No máximo você é corajosa por seguir vivendo. Boa mesmo é a Giselle, que abriu uma Startup aos 22, fez pós-doutorado em Harvard/Oxford e hoje dá palestras motivacionais-empreendedorísticas ao redor de todo o mundo, quiçá na Lua também. Giselle é que venceu na vida.

Nesse mudo ninguém é bom. Simplesmente porque a gente não deixa ninguém ser bom. Ou não fazem mais que a obrigação, ou não fazem o suficiente. Não é assim que a gente vê todo mundo?

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COMO COMEÇAR A ASSISTIR OS FILMES DO UNIVERSO MARVEL!

POR IASLAN NASCIMENTO

Olá amigos, tudo bem? Vamos entender as fases do universo cinematográfico da Marvel Studios!

Homem Aranha de volta ao lar está entre nós, dessa vez inserido no universo cinematográfico da Marvel Studios, depois de uma breve aparição no filme do Capitão América: Guerra Civil ele ganha seu filme solo, muito aguardado por sinal.

A Marvel já tem um universo de Filmes muito grande, visto que desde 2008 ela vem lançando seus filmes e inovando, pois, todos os filmes de 2008 pra cá tem ligação, ligação essa feita principalmente por suas cenas pós-créditos que seguram tantas pessoas no cinema quando começa a subir as letrinhas.

Os filmes podem ser assistidos separadamente sem nenhum problema, porém são feitos com a intenção de culminar em dois filmes chamados Vingadores Guerra infinita parte 1 e parte 2, que serão lançados em 2018 e 2019 respectivamente.  Então vou colocar a sequência de filmes em ordem cronológica e ordem de lançamento, para vocês poderem aproveitar da melhor forma possível esse universo.

POR ORDEM CRONOLÓGICA:

CAPITÃO AMÉRICA: O PRIMEIRO VINGADOR (2011);

HOMEM DE FERRO (2008);

HOMEM DE FERRO 2(2010);

O INCRÍVEL HULK (2008);

THOR (2011);

OS VINGADORES (2012);

HOMEM DE FERRO 3 (2013);

THOR: MUNDO SOMBRIO (2013);

CAPITÃO AMÉRICA 2: O SOLDADO INVERNAL (2014);

GUARDIÕES DA GALÁXIA (2014);

OS VINGADORES: A ERA DE ULTRON (2015);

HOMEM-FORMIGA (2015);

CAPITÃO AMÉRICA 3: GUERRA CIVIL (2016);

DOUTOR ESTRANHO (2016);

GUARDIÕES DA GALÁXIA VOL. 2 (2017);

HOMEM ARANHA: DE VOLTA AO LAR (2017);

THOR: RAGNAROK (2017);

PANTERA NEGRA (2018);

VINGADORES: GUERRA INFINITA – PARTE 1 (2018);

HOMEM FORMIGA E VESPA (2018);

CAPITÃ MARVEL (2019);

VINGADORES: GUERRA INFINITA – PARTE 2 (2019) ;

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Mapa das fases da Marvel com a fase 3 incompleta

 

POR ORDEM DE LANÇAMENTOS OU FASES SE PREFERIR (Completa até o fim da fase 3)

FASE 1

HOMEM DE FERRO (2008);

O INCRÍVEL HULK (2008);

HOMEM DE FERRO 2(2010);

THOR (2011);

CAPITÃO AMÉRICA: O PRIMEIRO VINGADOR (2011);

OS VINGADORES (2012);

FASE 2

HOMEM DE FERRO 3 (2013);

THOR: MUNDO SOMBRIO (2013);

CAPITÃO AMÉRICA 2: O SOLDADO INVERNAL (2014);

GUARDIÕES DA GALÁXIA (2014);

OS VINGADORES: A ERA DE ULTRON (2015);

HOMEM-FORMIGA (2015);

FASE 3

CAPITÃO AMÉRICA 3: GUERRA CIVIL (2016);

DOUTOR ESTRANHO (2016);

GUARDIÕES DA GALÁXIA VOL. 2 (2017);

HOMEM ARANHA: DE VOLTA AO LAR (2017);

THOR: RAGNAROK (2017);

PANTERA NEGRA (2018);

VINGADORES: GUERRA INFINITA – PARTE 1 (2018);

HOMEM FORMIGA E VESPA (2018);

CAPITÃ MARVEL (2019);

VINGADORES: GUERRA INFINITA – PARTE 2 (2019);

Bom amigos, fiquem a vontade para escolher a melhor sequência para ver esses filmes. Abraços e até mais!!

 

O CONTADOR VIU: CASTLEVANIA (NETFLIX)

Alguns episódios chatos, gosto de quero mais e um monte de sangue foram as diretrizes da série baseada em um jogo famoso da Konami.

POR AILTON RODRIGUES

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Lisa e Drácula, o casal que não deveria dar certo, mas…

Bom me aventurei em tentar dar as minhas impressões nesta série que vi recentemente na Netflix, provavelmente terá algum spoiler e provavelmente você verá que não tenho o mesmo estilo de escrita dos meus colegas e colunistas deste blog (Iaslan Nascimento e Airis Vital), mas bora lá!

Começando pelo clichê, a série Castlevania foi lançado pela Netflix no último dia 07 de julho de 2017, com roteiro de Warren Ellis e direção de Sam Deats. Você que é um pouco mais velho pode ter percebido que o nome é familiar, afinal ela é baseada no jogo Castlevania III: Dracula’s Curse, de 1990.

A primeira temporada possui apenas 4 episódios onde cada um possui aproximadamente 25 minutos de duração, pelo que percebi eles até tentaram deixar tudo bem atraente, mas os primeiros dois capítulos criam muita expectativa e foram um pouquinho monótonos. Os dois últimos deixam a gente mais ligado e com aquele frisson de que algo realmente vai acontecer, mas não acontece.

A história fala de uma moça curiosa e apaixonada pela ciência chamada Lisa que se aventura em entrar na casa do Conde Drácula e especular sobre os conhecimentos que ele possui em sua mansão. Ele até reluta, mas gosta do atrevimento da menina e a deixa estudar em seus aposentos onde acabam construindo um relacionamento.

A igreja, que era a detentora da verdade na época, acaba queimando Lisa por considerá-la bruxa. Drácula revoltadíssimo joga seu exército maléfico em cima da população e tenta dizimar a raça humana partindo daquele país.

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Trevor Belmont é um homem solitário, que tenta reencontrar objetivos na vida. 

Nisso outros dois personagens importantes da trama são apresentados: Trevor Belmont (homem que carrega um sobrenome excomungado pela igreja por combaterem monstros) e a Oradora Syphya (membro de um clã chamado de oradores que detêm conhecimento por gerações). Eles buscam uma maneira de salvar o povo de ser massacrado. A esperança se chama Alucard, não por acaso, filho de Drácula e que profeticamente voltaria a vida para matar seu pai.

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Alucard desperta para enfrentar o pai, Drácula.

Os pontos relevantes da história são esses. O enredo é banhado a muito sangue e tons sombrios de qualidade, mas falta aquela conexão que te prenda. Acho que pelos episódios serem curtinhos você assiste como se estivesse vendo um desenho animado do Bom Dia e Cia.

Agora covardia da Netflix liberar apenas 4 episódios e anunciar depois que a segunda temporada terá mais 8, mas apenas em 2018! Poxa! O efeito Sense8 pesou com força… A empresa aparenta estar com um pé atrás ao lançar seus produtos.

Não sabe brincar, não desce pro play, Netflix!

Recomendo você assistir Castlevania, mas sem o compromisso de se apaixonar. A série é boa, mas não ótima. Acho que esses 8 próximos episódios serão bons, pois deixou-se no ar que o confronto entre Alucard e Drácula será interessante já que as cenas de luta, não decepcionaram, você tem que ver.

Por enquanto essas são as impressões que ficam. A nota para a série é 5,0.

Até qualquer hora!

O canal onde os escritores de São Miguel do Gostoso tem vez e voz.